4 tendências em energia solar para ficar de olho em 2016

4 tendências em energia solar para ficar de olho em 2016

Energia solar é um tipo de energia alternativa que vem se expandindo ao redor do mundo. Existe uma predisposição para que surjam cada vez mais dispositivos de captação e armazenamento, com preços mais acessíveis como forma de estímulo ao comércio e ao uso consciente da energia. Por isso, é importante conhecer as tendências em energia solar e como utilizá-las.

Dicas de tendências em energia solar

Usar energia solar não é somente uma maneira de evitar gastos com a energia elétrica; é uma forma de contribuir para o meio ambiente e uma economia sustentável. Confira, então, cinco tendências para o ano de 2016 (e mais além), relacionadas à energia solar!

Investimento maior por parte dos empresários brasileiros

O mercado de energia solar aqui no Brasil apresenta boas perspectivas para 2016. Isso se deve principalmente, aos constantes apagões e aumento na conta de energia elétrica. A relação entre economia e meio ambiente está cada vez mais integrada ao cotidiano do brasileiro, de modo que ele se abre para as essas novas opções.

Crescimento da indústria solar mundial

A indústria solar mundial promete muito para 2016. Esse incremento cresceu tanto que o preço dos painéis solares nos Estados Unidos caiu bastante. As empresas americanas captam cada vez mais recursos para essa área, aproveitando o financiamento de ricos investidores. Houve, inclusive, a renovação de um crédito fiscal para a energia solar.

A previsão é que, nos próximos 2 anos, esse crescimento continue. Além dos EUA, países como China, Índia, Chile e México também se apresentam como mercados promissores para os anos seguintes.

A BNEF (Bloomberg New Energy Finance), líder no setor de pesquisa sobre o mercado de energia limpa, prevê que a energia solar será responsável por 35% da infraestrutura construída para energia nova nos próximos 25 anos.

Diminuição constante no uso do carvão

Considerado como o mais sujo dos combustíveis fósseis, o carvão sofre uma campanha de desaceleração em sua produção e venda, como uma forma de reduzir a agressão ao meio ambiente. Assim acontece em países europeus, EUA e até na China.

E não é só o carvão que tem previsão de desaparecer, a tendência é que o petróleo sofra uma queda nos preços dos barris e que este recurso seja substituído gradualmente por fontes renováveis de energia.

Promessa brasileira para 2018

Alemanha, China, Japão, Itália e EUA respondem por 70% da geração de energia solar mundial. Em 2018, o Brasil estará entre os 20 países com maior geração deste tipo de energia, considerando a potência instalada (2,6 gigawatts) e a escala de expansão dos outros países. Estimativas afirmam que, em 2050, 18% das residências brasileiras contarão com energia solar.

O potencial do Brasil para geração de energia solar é enorme, principalmente no nordeste, onde a irradiação solar global atinge os maiores valores (maior média e menor variabilidade anual). Os maiores valores de irradiação acontecem no centro da Bahia e no noroeste de Minas Gerais.

Em 15 de dezembro do ano passado, o Ministério de Minas e Energia lançou o Programa de Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD), cujo objetivo é incentivar a geração de energia pelos próprios consumidores, especialmente a fotovoltaica.

Diante de tantas perspectivas boas, vale a pena investir nas tendências em energia solar e contribuir para criar uma sociedade ecologicamente correta. E você, o que pensa sobre o assunto? Comente e participe da discussão!

SolarVolt Energia
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Empresa especializada em Energia Solar


3 Respostas a “4 tendências em energia solar para ficar de olho em 2016”

  1. ANA PAULA disse:

    Maravilhoso! Só tem vantagens em todos os lados principalmente na economia

    1. Raul Goulart disse:

      Exatamente Ana Paula, investir em energia solar só tem vantagens!

  2. Edgar M. Mattos disse:

    Eu penso que enquanto o governo não abrir mão de seus puxadinhos dentro das empresas concessionárias de energia, o loby contra a energia fotovoltaica vai continuar, pois é lindo ver as mesmas empresas incentivando o uso do mesmo, mais só para demonstrarem a população que querem e estão de prontidão para que o mercado cresça, mais na verdade os mesmos não tem o mínimo interesse, pois terão que abrir mão de 25% dos consumidores do Brasil, lógico que o mesmo não irá acontecer do dia para a noite, há quem diga que isso não procede, mais é simples de perceber isso, pois quem adere a geração própria quer 100% de geração, pois pretende ficar isento de taxas, logo essa pessoa terá que comprar um sistema dimensionado para suprir sua demanda e ainda outro sistema para conectar a rede elétrica, (para tornar o sistema viável), convencional, ai a conta não fecha, pois a moradia irá gerar o suficiente para cobrir sua demanda, mais o sol só tem de dia, logo o sistema terá sido dimensionado para gerar energia para 24 horas mais em poucas horas do dia, ao chegar a noite, o sistema terá parado de produzir, mais já terá gerado o suficiente para o dia todo, logo, por estar conectado a rede, a concessionária por sua vez terá que suprir a residência a noite, e não poderá cobrar nada a mais, pois o sistema gerou o suficiente de dia e a concessionária utilizou o mesmo, e isso gerou um credito para ser usado em momento oportuno durante 5 anos.
    Ai se encontra o impasse, as empresas não querem disponibilizar suas linhas e ainda pagar pelo mesmo.

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