Investimentos em energia solar no Brasil: país chega aos 200 bilhões 

Investimentos em energia solar no Brasil: país chega aos 200 bilhões 

Nos últimos anos, o Brasil tem se destacado como um dos principais países no cenário global de energias renováveis, com altos investimentos em energia solar. A crescente conscientização sobre a necessidade de fontes de energia sustentável, aliada ao potencial natural do país para a geração de energia solar, tem atraído significativos aportes financeiros. 

A Associação Brasileira de Energia Fotovoltaica (Absolar) indica que os investimentos em sistemas de geração de energia solar fotovoltaica atingiram a marca de R$ 200 bilhões nos últimos anos. 

Continue lendo para saber mais sobre o crescimento, o impacto econômico e os avanços recentes que fazem da energia solar uma das principais forças no setor energético brasileiro.

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Crescimento e impacto econômico

Nos últimos dez anos, o setor fotovoltaico não apenas ajudou na geração de energia limpa, mas também teve um impacto substancial na economia. Foram criados 1,2 milhão de empregos verdes, e R$ 61,9 bilhões foram arrecadados em impostos, evidenciando a importância da energia solar para a economia nacional. 

A capacidade instalada de energia solar no Brasil ultrapassa 42,4 gigawatts (GW), superando em três vezes a potência gerada pela usina de Itaipu, a segunda maior do mundo.

O impacto econômico é ainda mais impressionante quando se considera a descentralização da geração de energia. A instalação de sistemas solares em telhados residenciais, comerciais e industriais espalhados pelo país contribui significativamente para a geração de empregos locais e para a economia das pequenas e médias cidades.

Ranking global e avanços recentes

Um relatório da Agência Internacional para as Energias Renováveis (Irena) revelou que o Brasil ocupa a sexta posição no ranking global de produção de energia solar fotovoltaica, avançando duas posições em relação ao levantamento anterior. Em março deste ano, o país alcançou a marca de 37,4 GW, superando países como Austrália, Espanha, Itália e Coreia. 

Desde janeiro até abril deste ano, contudo, a fonte solar adicionou 5,4 GW à matriz elétrica nacional, representando atualmente 18% da matriz elétrica brasileira.

Este avanço coloca o Brasil em uma posição de destaque no cenário global, refletindo o esforço contínuo para integrar fontes de energia limpa e sustentável à matriz energética nacional. O progresso é impulsionado por políticas públicas favoráveis e pela crescente competitividade dos preços das tecnologias solares.

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Geração distribuída e centralizada

Os 42,4 gigawatts de capacidade instalada incluem tanto sistemas de geração própria, como placas fotovoltaicas instaladas em residências e comércios (geração distribuída), quanto grandes fazendas de energia solar (geração centralizada). Só em telhados residenciais, existem 2 milhões de sistemas espalhados por 5,5 mil municípios, totalizando R$ 70,3 bilhões em investimentos. 

Essas pequenas usinas abastecem 2,5 milhões de locais, com a possibilidade de compartilhar créditos de energia entre imóveis registrados sob a mesma titularidade e área de concessão da distribuidora de energia local.

A geração distribuída tem um papel fundamental na democratização do acesso à energia solar. Pequenos geradores podem aproveitar os benefícios econômicos da produção de sua própria energia, reduzindo custos e contribuindo para a sustentabilidade ambiental. 

A geração centralizada, por sua vez, amplia a capacidade de produção em larga escala, atendendo a demandas maiores e complementando a geração distribuída.

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Razões para investimentos em energia solar 

Economia na conta de energia:

  • Possibilidade de economizar até 90% na conta de energia;
  • Queda nos preços das placas solares em 50% em 2023, tornando o investimento ainda mais atrativo com retorno a médio prazo.

Benefícios econômicos diretos:

  • Redução significativa nos custos operacionais;
  • Oferece uma solução sustentável e competitiva para a descarbonização dos processos industriais.

Pressão para reduzir emissões de carbono:

  • Empresas e indústrias estão investindo em energia solar para tornar suas operações mais ecológicas e competitivas;
  • Aceleração da descarbonização nos processos industriais.

Competitividade e independência energética:

  • Energia solar tem se tornado estratégica para a competitividade dos setores produtivos;
  • Alívio no orçamento familiar e promoção da independência energética.

Estabilidade e previsibilidade da energia:

  • Redução da vulnerabilidade às flutuações dos preços da energia elétrica;
  • Fonte de energia estável e previsível, especialmente importante em um contexto de crescente demanda por energia e desafios climáticos globais.

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Conclusão

Os investimentos em energia solar no Brasil estão em constante crescimento, trazendo benefícios econômicos e ambientais. Com a queda nos preços das tecnologias solares e o incentivo à descarbonização, o país está se posicionando como um líder global em energia renovável. 

A integração de geração distribuída e centralizada, juntamente com políticas públicas favoráveis, continua a impulsionar esse crescimento, promovendo uma matriz energética mais limpa e sustentável.

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Fonte usada para escrita do texto: Absolar

Ycaro Rodarte
Ycaro Rodarte


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